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C

Camada de mucina da película lacrimal
Camada mais interior da película lacrimal, rica em proteínas e segregada pelas células calciformes.

Camada sebácea
Camada mais externa da película lacrimal, sendo segregada sobretudo pelas glândulas meibomianas; o sebo reduz a evaporação da porção de humor aquoso contido nas lágrimas.

Câmara anterior do olho
Espaço entre a córnea e íris, preenchido com humor aquoso.

Câmara posterior do olho
Área situada entre a íris e o cristalino, cheio com humor aquoso.

Campo visual
Área total que uma pessoa sem defeito da visão consegue perceber visualmente mantendo os olhos imóveis. Esta área pode ser medida mediante um perímetro.

Canal de Schlemm
Vaso semelhante às veias que se destina à drenagem de humor aquoso excedente; o humor aquoso flui da rede trabecular para o canal de Schlemm.

Canal lacrimonasal
Elemento tubiforme do aparelho de drenagem lacrimal, que une o saco lacrimal à parte inferior da cavidade nasal; conduz as lágrimas do olho para dentro do nariz.

Capsulotomia posterior
Intervenção na qual a abertura existente na área posterior da cápsula do cristalino é tratada por laser YAG, quando esta opacificou a seguir a uma cirurgia à catarata.

Catarata
Perda de transparência do cristalino do olho que interfere na visão; deve-se a uma alteração das fibras do cristalino, a qual faz com que a luz seja focada com menos nitidez e a visão fique turva; está muitas vezes associada à idade.

Cegueira para as cores
Incapacidade parcial ou completa em distinguir determinadas cores.

Ciprofloxacina
Antibiótico potente que é administrado sob a forma oral ou oftálmica; é usado para tratamento de infecções do olho, das vias respiratórias ou do trato urinário, bem como no tratamento de doenças inflamatórias pélvicas, cutâneas e dos tecidos moles e de doenças venéreas.

Cirurgia da retina
Operações a argon LASER ou convencionais, em que a retina é tratada.

Cirurgia de catarata
Remoção por via cirúrgica de um cristalino opacificado devido a uma catarata.

Cirurgia de refração
Intervenção cirúrgica na qual se fazem incisões na córnea para se alterar a forma desta; utilizada para o tratamento da miopia, do presbitismo e do astigmatismo.

Cirurgia por laser ou fotocoagulação por laser
Método pelo qual os feixes de luz intensa focada são dirigidos sobre um ponto minúsculo para cortar ou cauterizar tecidos sem lesar os tecidos saudáveis adjacentes; também utilizado para cauterizar vasos sanguíneos abertos, bem como para destruir novos vasos sanguíneos anormais que se formam no caso de doenças, tais como, por exemplo, a degenerescência macular e a retinopatia da diabetes mellitus.

Componentes sensoriais
Estruturas oculares pelas quais a luz é transformada em informação, que pode ser depois interpretada pelo cérebro; incluem, entre outros, a retina e o nervo óptico.

Cones
Fotorreceptores do neuroepitélio da Oftalmologia, responsáveis pela visão nítida e pela visão das cores; transmitem impulsos aos neurônios (células nervosas).

Conjuntiva
Membrana mucosa transparente que reveste a parte interna das pálpebras e que cobre a esclerótica (o branco do olho); constitui uma barreira contra infecções; a conjuntiva produz mucina e destina-se a espalhar e drenar o fluido lacrimal e a transportar os produtos residuais.

Conjuntiva palpebral
Membrana mucosa e transparente que reveste a parte interna das pálpebras para fora do olho Conjuntivite. Inflamação da conjuntiva; infecção do olho frequentemente causada por bactérias, podendo ser também provocada por vírus ou fungos.

Conjuntivite alérgica sazonal
Inflamação da conjuntiva que ocorre associada a uma reação alérgica a substâncias alergênicas, tais como, por exemplo, o pólen.

Conjuntivite vernal
Também designada por catarro vernal ou queratoconjuntivite vernal; inflamação recidiva da conjuntiva que é frequente em crianças durante o período quente.

Conservante
Produto para proteger as soluções da contaminação por micro-organismos (isto é, a solução fica estéril); também possui propriedades desinfetantes.

Contraindicações
Qualquer circunstância que torna desaconselhável a aplicação de um medicamento; são indicadas nos folhetos informativos.

Córnea
Porção transparente da túnica do globo ocular com “função de janela”; a córnea deixa entrar os raios luminosos no olho e ajuda a focá-los na retina.

Corpo ciliar
Estrutura vasculosa e muscular, responsável por regular a espessura da lente; segrega humor aquoso e apoia a drenagem do humor aquoso.

Corpo vítreo
O corpo vítreo é confinado à frente pelo cristalino e atrás pelo fundo do olho; contém o humor vítreo e é também designado por segmento posterior.

Coroideia
A porção traseira da úvea (túnica vasculosa do bulbo); um fino reticulado de vasos sanguíneos que separa a camada fibrosa e a camada sensorial uma da outra e que nutre todas as camadas teciduais do olho com 90 por cento das necessidades de sangue.

Corticosteroides
Hormônios naturais do corpo ou produzidos sinteticamente para o tratamento de uma grande variedade de quadros clínicos.

Cristalino
Estrutura transparente do olho que, através da adaptação da sua curvatura, regula a refração dos raios luminosos emitidos pelos objetos situados a distâncias variáveis do observador

Cristalino
Estrutura transparente e flexível, localizada atrás da íris; os diferentes graus de curvatura permitem focar os raios luminosos nas estruturas sensoriais do olho; o cristalino é a segunda mais importante superfície refrativa da luz que incide sobre a retina (a seguir à córnea).