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Glaucoma

glaucomaO que é glaucoma?

Está relacionado a perda progressiva das fibras do nervo óptico.

Quais as consequências do Glaucoma?

Se não tratado, o glaucoma pode levar à cegueira. A cegueira causada pelo glaucoma é IRREVERSÍVEL. Assim, é importante diagnosticar o glaucoma no início, antes que o nervo óptico tenha sido muito lesado.

O paciente percebe que tem glaucoma?

Inicialmente não. O glaucoma raramente apresenta sintomas. Na maioria dos casos, o glaucoma desenvolve-se lentamente, sem que o paciente perceba.

Quais são os indivíduos com o maior risco de ter glaucoma?

O risco é maior para quem tem parentes com glaucoma. Aumenta também com a idade. Doenças como diabete e hipertensão são fatores de risco. A pressão intraocular é importante fator de risco, embora o glaucoma esteja presente também com a pressão intraocular normal ou mesmo pode estar ausente com ela levemente elevada.

Por que ocorre o aumento da pressão intraocular?

O olho contém um líquido (humor aquoso) que circula continuamente no seu interior. Este líquido é produzido constantemente e escoado por uma região denominada Malha Trabecular. No caso do glaucoma, há uma diminuição no escoamento, ou um aumento da produção deste líquido, o que faz com que ele se acumule dentro do olho e provoque um aumento da pressão intraocular.

Que exames o oftalmologista faz para diagnosticar e controlar o glaucoma?

A consulta oftalmológica é o início, onde pode-se perceber alguma alteração ou fator de risco.

a) Medida da Pressão Intraocular: Através deste exame, o oftalmologista saberá se o indivíduo tem pressão intraocular normal ou alta. Em geral, consideramos normais valores entre 10 e 20 milímetros de mercúrio. A pressão intraocular varia durante o dia, sendo algumas vezes necessária medidas em diferentes horários.

b) Fundo do Olho: realizado de rotina – Através deste exame, o oftalmologista avaliará se existe lesão de nervo óptico causada pelo glaucoma.

c) Gonioscopia: Permite avaliar e direcionar o tratamento do glaucoma.

d) Exame de Campo Visual: O glaucoma não controlado leva progressivamente à perda de partes do campo de visão.

e) Retinografia e exames de imagem: podem ajudar adetectar precocemente o glaucoma quando se observa progressão das lesões

f) Paquimetria: mede a espessura da córnea e est;á realcionada com a medida da pressão intraocular.

 

Como se trata o glaucoma?

Podem ser usados colírios, comprimidos, laser ou cirurgia convencional dependendo da necessidade de cada caso..

Qual é o objetivo do tratamento?

O principal objetivo do tratamento é reduzir a pressão intraocular, diminuindo a produção ou aumentando o escoamento do humor aquoso. Desta maneira, em quase todos os casos interrompemos a lesão do nervo óptico e impedimos que o paciente apresente piora da visão. Os danos já existentes são irreversíveis.

Qual é o modo correto de aplicar os colírios?

A aplicação de uma gota por vez em cada olho é suficiente. O indivíduo deve ficar com os olhos abertos, olhar para cima e pingar uma gota do colírio na parte de baixo. Após a aplicação do colírio, deve-se manter os olhos fechados e comprimir com o dedo indicador o canto interno do olho por cerca de 3 minutos. Esta é a melhor maneira de reduzir os efeitos colaterais dos colírios. No caso de ter de usar mais de um colírio no mesmo horário, dar intervalode 10 minutos entre eles.

Os colírios têm efeitos colaterais?

Toda medicação pode ter efeitos colaterais. São vários os possíveis efeitos colaterais dos colírios usados para tratar o glaucoma: dor de cabeça, escurecimento da visão, fraqueza, falta de ar, sonolência. Em caso de qualquer sintoma diferente o paciente deve avisar seu médico imediatamente.

Com que frequência devem ser usados os colírios?

O tratamento do glaucoma com colírios é longo e pode durar toda a vida. De nada adianta proteger o seu nervo óptico durante apenas alguns dias. Sempre que a pressão intraocular estiver alta, algum dano ao nervo óptico estará sendo causado. Uma vez iniciado o tratamento do glaucoma, ele só poderá ser interrompido pelo oftalmologista. Deve-se sempre ter um frasco de colírio de reserva, além daquele que está em uso.